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Data: 05/01/2021
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Escolha da sede descentralizada, dificuldades nas superfinais e ajuda do Waumitis: conheça a trajetória da Selegalinha até a conquista do Super Pernambucano de Fut7

Por: Edgar Caetano
Foto: Luciano Fotoguia / F7SPE





A Selegalinha conquistou o seu primeiro título expressivo no Futebol 7 em sua primeira participação em competições dentro da modalidade. Conhecida no Futebol de Várzea por conquistar dois títulos da Libertadores no terrão, a Galinha fez sua trajetória no Super Pernambucano como poucas equipes que e só perdeu um jogo, na primeira fase da competição. Para chegar até o troféu, no entanto, muitas foram as dificuldades da equipe comandada por Belo Araujo, fora de campo. Muitos não sabem, mas a equipe chegou a praticamente desistir da fase final disputada em Toritama. Quem detalha tudo é o treinador da equipe, que renovou contrato e segue no comando do time de Camaragibe, Região Metropolitana do Recife.


Em um papo exclusivo com a nossa reportagem, Belo contou como foi a trajetória da Selegalinha até o título e destacou a importância da união da equipe, o que fez manter viva a esperança de viajar à Toritama. Sem muitos recursos, a rapaziada passou perrengue, mas deram a volta por cima, contrataram craques e ergueram a taça de campeão do maior campeonato estadual da história de Pernambuco.


PRIMEIRA FASE
 A Selegalinha é da cidade de Camaragibe, no entanto, a opção de jogarem a primeira fase do campeonato na Sede Jaboatão foi uma estratégia pensada pela Comissão Técnica. Como a grande parte dos atletas residem em Jaboatão, a preferência foi reforçada também pela condição do campo onde as partidas seriam realizadas, na Arena IV10, uma das melhores arenas de Fut7 da cidade. "Na verdade, o intuito de ir pra Jaboatão foi pensando nos atletas que lá residiam. Então, decidimos que seria um custo a menos, já que a grande parte dos atletas eram da região. O campo também foi mais um fator pela dimensão e qualidade do Society", disse Belo.


FINAL DA DISPUTA DA SEDE
A estratégia parece ter dado certo. Na fase inicial, a Galinha venceu três jogos, empatou um e sofreu uma derrota, dos cinco disputados. Um aproveitamento de 66.7%, ficando atrás de Império, segundo colocado e do Lollapaloza, líder da sede. O Lolla foi a única equipe no qual a Selegalinha não conseguiu vencer até ali. Na grande final classificatória, as equipes voltaram a se encontrar e dessa vez, a vitória ficou com o Tricolor de Camaragibe. 


"A cada jogo fomos tirando lições e neste jogo, a derrota veio pra mostrar que não éramos invencíveis. Na partida ocorreram muitos desfalques, inclusive a minha presença, que não pude estar a frente da equipe. Porém, aprendemos com o erro, levamos pra final a certeza de que chegaríamos no objetivo que era de enfrentar novamente a forte equipe do Lollapalooza e que seria um jogo diferente. Assim como fizemos e saímos campeões da sede", destacou o treinador. 


DIFICULDADES PARA AS SUPERFINAIS
Para quem conhece o Projeto Selegalinha, sabe que o time é liderado pelo empresário José Hildo. Alguns problemas pessoais, no entanto, causaram o afastamento momentâneo de Zé Hildo justo na semana que a equipe viajaria para Toritama, após conquistar a Sede Jaboatão. A notícia que equipe não viajaria devido aos custos não abalou os atletas e o treinador, que em conversa com o presidente, conseguiram o transporte e a alimentação dias antes do início da fase final. 


E a hospedagem? Com o transporte a alimentação garantidas, a hospedagem era o único problema do time, que se vencesse as oitavas de final, precisaria ficar na cidade para os jogos no domingo, no dia seguinte, ou teriam que retornar à Recife e voltar à Toritama na manhã seguinte. Eis que surgiu a ajuda de uma equipe local, "Logo de início, foi um baque muito grande pois fizemos um esforço grande pra chegar na final da sede, ser campeões de uma das chaves mais difíceis que teve e a notícia de que não iríamos nos abateu. Nosso grupo é composto por atletas que foram campeões por onde passaram e logo em seguida, já nos reunimos e falamos com o nosso presidente e procuramos saber no que ele poderia nos ajudar para que fôssemos e o resto seria com a gente, cada um por si. Sentamos e em uma conversa minha, Alex (Mané) e Zé Hildo, chegamos a um acordo de que a gente precisava de uma van e da alimentação. Prontamente, nosso presidente providenciou e pegamos a estrada. Chegando lá, encontramos duas pessoas de grande coração que nós abraçaram como se fôssemos do time deles e sabendo de nossa necessidade, cederam o galpão de sua loja de jeans para que passássemos a noite e nossa estadia até a final. A Selegalinha tem uma gratidão enorme aos diretores do Waumitis Fut7", contou Belo.


CHEGADA DE REFORÇOS NA FASE FINAL
Como todas as equipes, a Selegalinha reforçou a equipe para chegar forte nas superfinais. Os nomes das contratações foram Michel Platiny, que chegou do Real Vitória e do meia Chiclete, que defendeu o Santa Cruz. O que ninguém sabe é que Cinho seria o terceiro reforço, caso o Esportes da Sorte não passasse pelo Milan dos Coelhos. No entanto, parece que a dupla Michel e Chiclete resolveu a parada. 


Eram dos pés dos craques que saiam as jogadas de gols da Galinha, que diante do Vitória, na decisão, marcaram e garatiram o título de campeão do Super Pernambucano. "Ao sabermos que poderíamos inscrever três atletas para fase final, prontamente os nomes dos dois (Michel e Chiclete) foi falado não só por mim, como de muitos jogadores e o próprio Zé Hildo, que não pensou duas vezes e os chamou. Ficou fácil o encaixe tendo em vista que Michel e chiclete já foram atletas da Galinha em outros campeonatos e eu também tive a oportunidade de comanda-los. Sabendo do potencial dos dois, foi o que me ajudou e facilitou no encaixe deles no time. Entrosamento deles com Lilinho, Gilvan e Mané são de longas datas", revelou o comandante.


O TÍTULO
Com as dificuldades superadas e bons reforços de peso, restou à Selegalinha encarar a boa equipe do Vitória, que de forma invicta, chegou à final fazendo grandes jogos, superando adversários considerados favoritos ao título e que contava com Marivanio, um dos melhores jogadores do campeonato. Belo detalhou o que representou a conquista tanto para a Selegalinha quanto para o seu trabalho, para ele, uma afirmação como treinador na modalidade. "É uma conquista inédita. Primeiro ano da Selegalinha na Federação (F7SPE) e logo de cara ganhar uma competição dessa magnitude, foi Histórico. Falando no lado pessoal, pra mim, foi uma conquista gigantesca e de uma afirmação minha no cenário do Fut7. Eu já tinha ganhado uma Recopa com o Betis, mas precisava de algo mais pesado para firmar meu nome e esse título mostrou todo meu potencial e só me deixa motivado a conquistar mais e mais", finalizou Belo.


Como toda equipe passa por reformulações, a Selegalinha não contará para a próxima temporada com o Fixo DD Madeira e o meia Mané, ambos, contratados pela Faculdade Santa Helena. As reposições não foram confirmadas, mas segundo o treinador, novos reforços já foram contratados.







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